Comentários sobre: Agile BA Parte III – Criando Caso https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2007/07/11/agile-ba-parte-iii-criando-caso/ Tue, 28 Jul 2009 14:19:24 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2007/07/11/agile-ba-parte-iii-criando-caso/#comment-64 Wed, 12 Sep 2007 01:53:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2007/07/11/agile-ba-parte-iii-criando-caso/#comment-64 Pô Jonas,

sacou o “quase”? Então… criei um “quase” paradoxo então.

Mas você resume bem o dilema. Como programador, preferes o contato direto com os usuários. Posso garantir que os analistas também se sentem mais confortáveis com os usuários também.

Eu, quando coordenador, sempre temi o contato direto de programadores (domínio da solução) com os usuários (fonte de problemas, no bom sentido). Excesso de criatividade… hehe..

Meu caro, existe um meio termo. E não creio que sejam as “estórias” nem seus autores, os programadores. Não na maior parte dos projetos (de aplicações de negócios).

Mas sempre existirão exceções. E paradoxos…

[]’s

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Por: Jonas Fagundes https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2007/07/11/agile-ba-parte-iii-criando-caso/#comment-61 Tue, 11 Sep 2007 23:52:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2007/07/11/agile-ba-parte-iii-criando-caso/#comment-61 Paulo,

“Não tenho (quase) nada contra XP e afins.” e “[…] foram um mal necessário.” na mesma observação é um paradoxo 🙂

Concordo contigo, o problema é que tem muito mau uso de caso de uso. Entre os diagramas mais enfatizados da uml (diagrama de classe, seqüência, caso de uso e atividade), caso seria o único que, na minha opinião, não deveria ser escrito pelo programador. Programador fazendo caso de uso ou o analista tentando engessar o diagrama de classe (ainda tenho pesadelos com aqueles diagramas de classes cheio de ejbs que usei em 2001) é sinal de problemas.

Para a maioria dos programdores que conheço (incluindo alguns profissionais muito bons) caso de uso é só um balão num diagrama. Eles não conhecem os atributos de um caso de uso.

Se for para o programador escrever caso de uso, é mais eficaz ele escrever estória de usuário que é mais simples e está mais próximo do contexto dele. Se tem um analista no projeto aí é outra estória (ou melhor caso de uso).

Não acho que seja o melhor dos mundos, mas se faltam bons programadores, bons analistas são raridades (estou sendo genérico no emprego do termo analista, profissionais que sejam capazes de analizar o contexto do problema e prover um modelo de solução, podem ser “de sistema” ou “de negócio”, desde que me tragam o modelo correto). Atualmente, prefiro falar diretamente com o usuário, cansei de trabalhar com informações incompletas colocadas num diagrama mal feito criado por um profissional completamente despreparado (não estou sendo pessimista 🙁 ). Eles não trazem nem a descrição correta do problema quanto mais uma descrição da solução. Até hoje você foi o único que passou no crivo.

Desculpe-me comentar um post antigo, é que retomei a leitura do finito desde o ano passado, estava acompanhando só o graffiti.

[]’s Jonas

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