Comentários sobre: Quem Acerta na Primeira? https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2008/03/19/quem-acerta-na-primeira/ Wed, 29 Jul 2009 17:35:44 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: O Parlamento | finito https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2008/03/19/quem-acerta-na-primeira/#comment-499 Mon, 27 Jul 2009 23:39:41 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2008/03/19/quem-acerta-na-primeira/#comment-499 […] artigo anterior vimos que o analista de negócios (AN) descobriu uma série de casos de uso e desenvolveu alguns. […]

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Por: admin https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2008/03/19/quem-acerta-na-primeira/#comment-145 Thu, 20 Mar 2008 17:13:01 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2008/03/19/quem-acerta-na-primeira/#comment-145 Olá Jefferson,

Não é a primeira vez que vejo argumentos como os seus. Tenho certeza, não será a última.

Burocracia? Sinceramente? Estou falando apenas de alguns poucos modelos (no modo ‘default’ apenas um – o mapa de processos ou visão conceitual do negócio) e dos casos de uso. Isso é burocracia?

Também concordo que, dependendo do projeto, um trabalho preliminar (de análise e modelagem do negócio + engenharia de requisitos) seja contratado em separado. Ou executado pela própria empresa contratante, municiando assim a elaboração de seu RFP (request for proposal) além, claro, do estudo de viabilidade (ou project charter, ou MRD – Marketing Requirements Documents etc). Mas preste atenção na minha sugestão.

Normalmente, qual o tempo médio que uma empresa tem para a elaboração de uma proposta? Mesmo falando das pequenas e médias. Qual o tempo médio? Vamos supor que seja de uma semana. Então.. o que a empresa faz neste período? Qual é o trabalho de preparação de uma proposta?

Em alguns casos, o AN trabalhará exclusivamente com a RFP(ou documento similar). Em outros, o AN terá espaço para tirar dúvidas (remotamente) ou até mesmo de realizar algumas entrevistas. Pois bem, minha sugestão apresentada no artigo trata exatamente disso: de executar de uma forma um pouco mais estruturada este trabalho.

Minha intenção principal é o alerta para o fato de que quase nunca acertamos na primeira. O desenho da solução merece melhor trato. Na carona sugiro que o escopo, desde o início, seja tratado como um conjunto de casos de uso que, desde seu “nascimento”, são devidamente classificados (assim como todos os requisitos que aparecerem).

Não importa se tenho 1 dia, 1 semana ou 1 mês para a elaboração da proposta. Sei que é perfeitamente possível utilizar o processo que apresentei.

Quanto ao custo: a parte mais “cara” é o parlamento. Seus melhores especialistas serão alocados por um certo tempo. Isso é investimento. Investimento no cliente, na proposta. Você aumentará muito suas chances na concorrência se investir mais – lógico. Reduzirá riscos se envolver os pontos de vista mais relevantes. Mas isso também é óbvio.

Agora, os custos para a elaboração da proposta, seja na minha sugestão, seja no método “bumba-meu-boi”, serão sempre os mesmos, não?

Abraços,

Paulo

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Por: Jefferson Velasco https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2008/03/19/quem-acerta-na-primeira/#comment-144 Thu, 20 Mar 2008 13:31:31 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2008/03/19/quem-acerta-na-primeira/#comment-144 Como sempre, cada caso é um caso. Vejo esse processo inicial como um pouco burocrático para empresas prestadoras de serviço de pequeno porte, que têm um capital de giro relativamente pequeno para bancar essas horas iniciais de planejamento da proposta.

Nestes casos, um pouco por opção e um pouco por restrição (ou até pressão para fechar a venda) a gente trabalha com estimativas menos realistas do que gostaria. Claro, o ideal é ter como financiar o desenvolvimento de uma proposta mais madura, mas em quantas realidades esse método se encaixa?

Comercialmente falando, acho interessante a cultura de fazer da análise de processos um serviço a parte. Independente do fechamento da proposta para a produção do software, um serviço preliminar de análise pode bancar uma proposta muito mais segura e com menos “gordura”, ou seja, tende-se a eliminar o excesso de contingência que muitos gerentes de projetos adoram colocar para segurar as pontas quando descobrimos os erros de estimativas do charter.

Vejam a bola de neve: como temos pouca garantia de retorno não investimos muito nas fases preliminares de análise (viajens, custo hora/homem, etc.) antes de fechada a venda. O resultado é um charter gordo de contingências de prazo e custo, para o caso das coisas darem errado (e vão dar errado se a venda for feita).

A pergunta que eu faço é a seguinte: quantas vendas perdemos por excesso de contingência? Posso estar falando uma grande bobagem, mas é a experiência que vi já em duas empresas (uma onde trabalhei e outra que acompanhei como expectador). Aqui estamos tentado fazer diferente, análise como um serviço cobrado separadamente, e está funcionando.

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