Comentários sobre: Scrum ‘de Raiz’ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/ Fri, 28 Oct 2011 19:56:27 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Wylker Barros (@wylkerbarros) (@wylkerbarros) https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-3021 Fri, 28 Oct 2011 19:56:27 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-3021 SCRUM DE RAIZ – http://t.co/bMnNrx68 … mais um excelente artigo do @pfvasconcellos

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2959 Mon, 17 Oct 2011 12:39:53 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2959 Em resposta a Edson Lima.

Valeu Edson,

Agradeço a colaboração. E desculpe se ultrapasso minhas fronteiras, mas acho que sua conclusão pode virar uma regra para quem vende seus projetos: a nomeação, pelo cliente, de um Dono do Produto. Se essa condição resulta em melhores projetos, por que não adotá-la de forma geral? Eu sei, existem Clientes e clientes… 🙂

Abraços!

Paulo Vasconcellos

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Por: Edson Lima https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2953 Fri, 14 Oct 2011 21:17:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2953 Como disse, aqui tentamos uma abordagem mais próxima do XP, quando há um dono do produto, ele é o cliente real, mesmo. Algumas vezes conseguimos que os clientes se envolvam ao menos em parte do processo de validação do que é feito. Quando isso acontece, os resultados são geralmente melhores.

Porém, muitas vezes atuamos sem nenhum “dono do produto”. E é geralmente quando as coisas desandam.

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2948 Fri, 14 Oct 2011 13:37:42 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2948 Em resposta a Edson Lima.

Legal Edson, agradeço por compartilhar sua experiência.

Só uma curiosidade: qual a formação do seu dono do produto? E qual a função dele na empresa?

Abraços!

Paulo Vasconcellos

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Por: Edson Lima https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2947 Fri, 14 Oct 2011 13:32:18 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2947 Nosso modo de trabalho aqui é mais para o lado do XP, buscando um maior envolvimento do cliente. Dessa forma, muitas vezes nossos donos do produto são mesmo os donos do produto. O que é bom, e ruim…
Bom porque nos casos de maior sucesso sempre houve um bom envolvimento do cliente, na equipe sempre tinha alguém com mais experiência capaz de compreender essas necessidades e focar a equipe nisso, e algo que considero fundamental: O acompanhamento da direção da empresa, definindo junto com o cliente os rumos do produto. Acompanhamento, não micro gerenciamento.
Ruim porque muitas vezes se acreditou que bastava ter o cliente, sem considerar a necessidade de maturidade na equipe de desenvolvimento e praticamente nenhum acompanhamento da direção da empresa. O que gerou necessidade de retrabalho e realinhamento do produto com a direção da empresa, e não apenas com as necessidades específicas de um único cliente.

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2946 Thu, 13 Oct 2011 17:39:15 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2946 Em resposta a Edson Lima.

Triste conclusão, meu caro Edson.

Me diz, você já teve a sorte de trabalhar com bons analistas de negócios e/ou donos de produtos? Se sim, eles ajudaram a reduzir os problemas que você listou acima?

Abraços!

Paulo Vasconcellos

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Por: Edson Lima https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2945 Thu, 13 Oct 2011 17:14:37 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2945 E é especialmente difícil encontrar esse “alguém” quando nem quem faz e nem quem pede conseguem entender o simples fato de que fazer software é complicado.
XP tenta contornar isso com o princípio do “cliente sempre presente”, mas até hoje não consegui fazer sequer um cliente entender essa necessidade.
E do outro lado, os desenvolvedores muitas vezes assumem o risco de fazer qualquer coisa que o tal “cliente” pede, com pouco ou nenhum senso crítico, levando o software a ter coisas que nem de longe se aplicam às reais necessidades do cliente.

Às vezes quem pede simplesmente ignora quem usa, e quem faz simplesmente ignora quem pede.

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2943 Thu, 13 Oct 2011 13:30:20 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2943 Em resposta a Edson Lima.

E como saber quem é esse “alguém”, caro Edson?

Dificíl né? Principalmente porque serão pessoas diferentes em momentos diferentes de um projeto. Um bom mapeamento de partes interessadas ajuda, mas nunca é suficiente. Por isso, na organização “hipertexto” proposta por Takeuchi e Nonaka há uma relação mais direta e aberta entre times de projetos e o negócio. Há um envolvimento, de fato, de um número maior de pessoas. O Scrum prevê apenas que essas outras ‘galinhas’ participem – opcionalmente – de revisões de iterações. É pouco. Dependendo da iniciativa, é muito pouco.

E a piada-metáfora dos ‘porcos’ e ‘galinhas’ nunca teve graça nem eficácia alguma. Todos envolvidos e interessados devem ter ‘espírito de porco’ – porque cedo ou tarde o projeto ou o produto gerado por ele exigirá real comprometimento.

Abraços e muito obrigado pela participação.

Paulo Vasconcellos

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Por: Edson Lima https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2011/10/11/scrum-de-raiz/#comment-2942 Wed, 12 Oct 2011 20:09:19 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=2048#comment-2942 Curiosamente, o artigo me abriu os olhos para “um risco potencial: a falta de conhecimento.”
Há um tempo venho pensando o que pode estar dando errado, porque eventualmente falhamos miseravelmente em atender as expectativas dos clientes.
É falta de conhecimento. As vezes de quem faz, as vezes de quem pede. Não importa se usamos testes unitários, se temos Donos de Produto, se o cliente está sempre presente… Se não haver alguém que realmente detenha o tal “conhecimento”, a coisa toda vai por água abaixo.

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