Comentários sobre: Pensando Negócios – Autocrítica https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/ Mon, 05 May 2014 20:45:20 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3848 Thu, 25 Oct 2012 18:47:51 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3848 Em resposta a Jean.

Ô Jean,

agora encontramos dois pontos de concordância: chopps e pastel de carne seca. Com certeza ajudam a sincronizar nossos entendimentos. Então marca aí: 29~30/nov estarei em Sampa. Pelo visto, com um calor que pedirá um chopps pra lá de gelado. É só marcar.

Agora, voltando ao papo: meu tabuleiro é de uso geral. Se ele ajuda a entender como um negócio está e/ou deve ficar, bom. Se ele ajuda a desenhar novos negócios, melhor ainda. O importante é que ele ajude.

Abraços!

Paulo Vasconcellos

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Por: Jean https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3845 Thu, 25 Oct 2012 18:33:16 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3845 Entendi o caso do doc de visão e é exatamente assim que vi no FAN e continuo utilizando. Mas não era exatamente a minha dúvida e não consegui demonstrar isto no meu comentário anterior

Entendi que preciso ver o Canvas que você sugeriu em um nível de abstração além de projetos, soluções e propostas. Pode ser últil em alguns casos, mas não é o resultado final que se representa no doc de visão que estamos acostumados a ver…

quem sabe este papo se desenrola melhor num chopp com pastel de carne seca.

abs

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3844 Wed, 24 Oct 2012 17:08:45 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3844 Em resposta a Jean.

Oi Jean,

Não fica chateado comigo não. Novamente peço desculpas se fui muito mala em meu comentário anterior. Vamos lá:

O cliente quer uma proposta! Ele precisa saber:

1. Se você entendeu BEM o problema dele. Desconheço melhor forma de demonstrar isso que não seja através de uma bela solução. O canvas ou qualquer coisa do tipo dá contribuição irrisória ou marginal neste momento.
2. Se sua solução é viável. Aqui surgem as famosas preocupações com prazo e preço. Desconheço melhor maneira de demonstrar isso que não seja através de bem elaborada projeção do VALOR que a solução criará.

Gosto de chamar este documento (único) de DOCUMENTO DE VISÃO. Ele é:

1. Sintético – se você precisar de mais de 10 páginas para vender sua ideia alguma coisa tá errada.
2. Guiado pelos objetivos – há um problema a ser resolvido. Como sua solução o atacará? Aqui, talvez o canvas tenha alguma utilidade. Talvez!
3. Visual – porque imagens (certas) valem por kilos de palavras. Sua solução é visual ou blablablá?
4. Vendedor – no melhor sentido possível desta palavra. Berkun coloca diferente: “inspirador”, “memorável” etc. É por aí.

Não falei nada que você já não tivesse visto em algum lugar. Mas não saberia dizer nada diferente dado seu comentário. Só sei que esse papo não tem nada a ver com a série “Pensando Negócios”. Ou até tem, sei lá! Só espero ter ajudado.

Abraços!

Paulo Vasconcellos

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Por: Jean https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3843 Wed, 24 Oct 2012 16:15:10 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3843 Vamos tentar…

Eu aprendo, registro no Canvas etc, coloco post-its na parede, pinto com lapis de cor, enfim…

Estou num ambiente de trabalho onde preciso entregar um documento pro cliente dizendo qual a análise que foi feita do cenário atual e de como vai ficar.

É disto que estou falando.

abs

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3842 Tue, 23 Oct 2012 17:47:20 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3842 Em resposta a Jean.

Oi Jean. Tá tudo bem por aqui também.

Meu caro, não estou entendendo sua dúvida. O que você espera representar que não está nem no canvas e nem no tabuleiro sugerido?

E, por favor, pelo bem da humanidade e felicidade geral da comunidade: abandone o termo “entregáveis”. Deixa isso para os quadradões… Nós conversamos e facilitamos conversas. As poucas palavras escritas que de fato importam não merecem esse título.

Me perdoe a chatice. Abraços!

Paulo Vasconcellos

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Por: Jean https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3841 Tue, 23 Oct 2012 17:33:52 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3841 E ai Paulo..tudo em ordem. Espero que o mesmo ai pela terra do ET =)

Cara..então..era mais pra alinhar pensamentos mesmo. Fiquei com medo de estar interpretando errado.

Partindo desta premissa, o canvas é bastante útil no contexto que comentei. E portanto, uma forma visual de representar a “história do negócio” seria válido, para que isto seja lembrado na análise…Penso nisto como um alicerce para todo o resto que já está no canvas…só não sei como represntar isto visualmente…

quanto a “análise completa” fui infeliz nas palavras. Me referia ao produto final da análise e seus entregáveis.

Abraços

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3840 Tue, 23 Oct 2012 17:24:14 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3840 Em resposta a Jean.

Oi Jean, tudo bem?

Tanto o canvas quanto o tabuleiro que sugiro devem ser vistos como ferramentas que apoiam uma boa conversa, que ajudam na construção de uma história. Nada além disso. Perceber qualquer um deles como “um trabalho de análise completo” será um grave equívoco.

Aliás, o que sintetizaria um “trabalho de análise completo”? O que você entende por “análise completa”? Será que isso existe?

Forte abraço!

Paulo Vasconcellos

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Por: Jean https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3839 Tue, 23 Oct 2012 15:04:32 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3839 Ola Paulo

Sobre a questão de acomodar a história do negócio, os alicerces que fundamentaram a criação e manutenção do mesmo….acho um pouco exagerado pensar que um canvas possa acomodar uma informação tão pouco objetiva e muito sujeita a interpretação.

Vejo o Canvas como um resultado transitório de um trabalho de análise, para criar a visão 2km x 2cm. Ele não será definitivo. Eu entendo ele como uma forma organizada de informações. Algo que eu poderia fazer com post -its colados na parede.

Portanto, vejo que ele sempre estará apoiado sobre o contexto do negócio de quem desenvolve. E isto pode estar representado com uma simples folha na parede, um documento com a história do negócio ou até mesmo na cabeça de quem está trabalhando com o Canvas.

Eu vejo ele como um check-list de tudo que precisamos olhar ao analisar um negócio e uma forma de organizar o aprendizado. Você ve ele como o resultado final de um trabalho de análise completo?

Pode ser q eu esteja interpretando mal sua proposta…

um abraço

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Por: pv https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3838 Mon, 08 Oct 2012 15:42:24 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3838 Em resposta a Flavio.

Oi Flavio, tudo bem. E contigo?

Meu tabuleiro, ao contrário do canvas, abre espaço para todo o ambiente transacional (contexto). Mas, com certeza parecerá limitado – mesmo quando utilizado em formato gigante – se tivermos a intenção de representar dados ou informações muito detalhados sobre qualquer aspecto. Como coloquei em outra parte desta série, o tabuleiro pretende ser uma alternativa para uma fotografia 2km x 2cm de um negócio. 2cm… A coisa é superficial mesmo. E é uma característica da proposta, não um bug.

Agradeço sua colaboração e a conversa.

Forte abraço!

Paulo Vasconcellos

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Por: Flavio https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2012/10/03/pensando-negocios-autocritica/#comment-3837 Sat, 06 Oct 2012 15:26:01 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3001#comment-3837 Entendimento
Bugs Culturais

Fala PV, tudo tranquilo? Espero que sim!

Penso que o entendimento do problema, ou seja a sua visão Macro (na qual há a contextualização geral dos seus impactos e consequências); ou em sua visão Micro (na qual há divisão dentro da tríade Atividades > Tarefas > Passos; tudo como manda OSM) passa obrigatóriamente pelo aspecto cognitivo das pessoas envolvidas.

Pode parecer romântica essa abordagem, mas explico abaixo.

Hoje parece que todo mundo sempre tem uma resposta simples para tudo, e com a velocidade da informação essa questão das “respostas gatilho”[1] virou uma peste, na qual problemas que merecem meses de estudos para serem solucionados (de forma permanente) quando apresentados tem respostas nas quais as pessoas pensaram no máximo 5 minutos.

Isso dentro do contexto do seu artigo, eu classificaria como um ‘bug estrutural’.

Quando falamos de sistema negócio, o Canvas é o que existe de mais pasteurizado em termos de concepção de sistemas-negócios. É tudo tão direto, higiênico, esterilizado, e… Limitado.

Pensando em negócios, dentro do contexto BRASILEIRO temos que lidar com uma complexidade exponencial, na qual o Canvas (do qual eu sou um crítico) é extremamente limitado em captação principalmente de fatores externos (complexidade da legislação fiscal/tributária, heterogeneidaden do cenário econômico nacional, infraestrutura básica, estrutura de mercado, e até mesmo fatores ligados à… Corrupção).

Enfim, como você já elencou o tabuleiro além de não lidar com fatores comportamentais e fatores ligados ao relacionamento com o cliente; ele também não lida com questões relativas ao ambiente que está inserido (ao menos não de forma sugestiva), e isso é uma limitação altissíma quando falamos de sistemas-negócio aqui em “Terra Brasilis”.

Abraço!

Flavio

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