Comentários sobre: Arquitetura de Negócios na Prática https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/04/29/arquitetura-de-negocios-na-pratica/ Mon, 12 May 2014 14:24:00 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/04/29/arquitetura-de-negocios-na-pratica/#comment-3974 Mon, 12 May 2014 14:24:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3668#comment-3974 Em resposta a Jean Streleski.

Jean,

Você enfrentará a mesma situação em qualquer esforço de modelagem. Quando desenhamos em conjunto, estamos compartilhando modelos mentais. Todos participam da criação. Assim é mais fácil entender e aceitar o modelo. E temas ‘tabu’ ou controversos geram menor resistência.

O que você experimentou no primeiro cenário descrito acima é o que enfrento aqui no finito toda vez que apresento um diagrama. Ainda sonho com a possibilidade de elaborar modelos em tempo real, com uma turma participando.

Obrigado por compartilhar. Abraços!

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Por: Jean Streleski https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/04/29/arquitetura-de-negocios-na-pratica/#comment-3970 Thu, 08 May 2014 17:08:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3668#comment-3970 Em resposta a Paulo Vasconcellos.

Tive a oportunidade de experimentar o uso dos diagramas de efeitos em duas situações: Uma com ele pronto e apenas apresentando para os envolvidos e outra desenhando em conjunto.

Para o primeiro caso, aquilo que para mim era óbvio se mostrou difícil de explicar para um público C-Level. Houve uma (natural) resistência em ver aspectos do negócio destrinchados. Não sei se pelo orgulho ferido e/ou pela dificuldade em entender o todo.

Quando chamamos outro público, de média gerência para frente do quadro, a coisa deslanchou diferente. Era de se esperar. Saiu um trabalho feito à 4 mãos.

Pra se pensar….

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Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/04/29/arquitetura-de-negocios-na-pratica/#comment-3965 Mon, 05 May 2014 14:54:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3668#comment-3965 Em resposta a Jean Streleski.

Oi Jean,

Minha vida seria bem mais agitada se mais gente se dispusesse a conversar e experimentar como você. Os enganos e tropeços são normais. Aliás, são mais que desejáveis. De outra forma não haveria aprendizado. E não há razão para condenar o raciocínio reducionista. Como descobrimos em algumas conversas, uma ferramenta desse tipo lhe seria mais útil em determinada situação, lembra-se?

Não conheço o livro do Hock, e fiquei curioso. Dificuldades de representação, tanto de aspectos culturais quanto do movimento, são antigas. E tenho certeza de que minhas sugestões (melhor apresentadas no próximo artigo) estão erradas e incompletas. Resta torcer para que tenham utilidade em alguns contextos. E que sirvam como base para mais experiências e novas sugestões.

No que depender de mim, o papo seguirá firme.

Abraços! Obrigado pela participação.

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Por: Jean Streleski https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/04/29/arquitetura-de-negocios-na-pratica/#comment-3964 Mon, 05 May 2014 11:29:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3668#comment-3964 Paulo,

Após ter acompanhado a primeira palestra lá no início de 2013, fiquei bastante contente e satisfeito enquanto participante do conteúdo e de como a novidade foi apresentada.

A primeira grande tentação que sofri foi de querer transformar o conceito todo em um conjunto de entregáveis ou até mesmo em reduzir o uso na função de um (inexistente) arquiteto de negócios. Velha mania reducionista….

Me anima demais ver a arquitetura de negócio como você colocou: uma forma de pensar negócios. Anima ainda mais a possibilidade de ser usada como forma de prevenção ou até mesmo de previsão de problemas e oportunidades. Acho que este é o caminho….Espero estar arqui para ver isto enraizado em mais empresas do aquelas poucas citadas nos livros acadêmicos.

Outro ponto importante que tenho sofrido na pele em meus experimentos é a tendência das pessoas de negócio encararem isto como pura filosofia ou acadêmico demais para o dia a dia. Mudei a abordagem. Vou na linha de quando utilizava Scrum sem nunca pregar a agilidade. Funcionava…e a empresa tinha em suas diretrizes que era contra os métodos ágeis….

Terminei de ler o livro do Dee Hock, Nascimento da Era Caórdica, que conta a história da Visa. Imagino que conheça a obra. Em certo momento, no final do livro, ele elenca quatro fatores principais para a transformação das empresas baseado na abordagem que a Visa teve. Um dos fatores é de termos modelos para representar a situação dos negócios e a mudança que se faz necessária. Inclusive ele cita a dificuldade em mostrar a grande rede de conexões das empresas mesmo em modelos de 3 dimensões. Fala sobre a cultura, que ele chama de dimensão espiritual e ética.

Ou seja, a dificuldade que temos de utilizar o Tabuleiro para isto já é compartilhada por Dee Hock desde os tempos da Visa. Acho que o uso dos diagramas e do tabuleiro é um início do caminho. Como te disse por e-mail, meu primeiro experimento exigiu que eu colocasse elementos da Visão e Valores em post its abaixo do tabuleiro. Ajudou bastante, mas ainda não é suficiente. Seguirei experimentando…

Espero que o papo continue aqui no Blog.

Um abraço

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Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/04/29/arquitetura-de-negocios-na-pratica/#comment-3963 Fri, 02 May 2014 12:48:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3668#comment-3963 Em resposta a Flavio.

Grande Flavio!

Agradeço a força. Espero que os novos temas o agradem.

Abraços!

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Por: Flavio https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/04/29/arquitetura-de-negocios-na-pratica/#comment-3962 Thu, 01 May 2014 22:54:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3668#comment-3962 Grande PV!

Cara você não sabe a alegria que me dá quando eu vejo no meu RSS um artigo seu. Muito bom saber que você está bem e “back to business”.

Forte abraço!

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