Comentários sobre: Business Analysis & Leadership https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/ Fri, 15 Aug 2014 20:50:00 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-4009 Fri, 15 Aug 2014 20:50:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-4009 Em resposta a Eduardo José Bellotto Monteiro.

Oi Eduardo,

O livro é realmente muito rico. Os pontos destacados por ti são bem diferentes daqueles que citei no artigo. Muito obrigado pelo minucioso feedback. Com certeza incentivará outros a mergulhar nesta leitura.

Abraços!

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Por: Eduardo José Bellotto Monteiro https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-4008 Thu, 14 Aug 2014 23:06:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-4008 Olá Paulo.

Li o livro graças à sua recomendação e gostei bastante.

Dentre os pontos que mais gostei, destaco:

A diferença entre o “expert consultant” e o “process consultant” (capítulo 1 – Skills for business analysis) e a importância de não cairmos na tentação de fornecer as informações, diagnosticar os problemas e apresentar as soluções sem colocar os stakeholders à frente da discussão.

A técnica de neurolinguística chamada “criação de âncoras” (capítulo 4 – Communication for success), por meio da qual podemos manter um estado mental positivo, associando um gesto a uma lembrança na qual nosso comportamento foi muito bom (ficamos calmos, confidentes, assertivos). O problema é que talvez seja meio difícil conseguir colocá-la em prática…

Ao definir as ações de cada participante de uma reunião (capítulo 7 – Facilitating groups and individuals), podemos perguntar o quanto as pessoas acreditam que vão conseguir realizar as ações dentro do prazo, dando uma nota de 0 a 10. Se a nota for menor que 10, podemos perguntar qual alteração deve haver na ação para que a nota seja 10. Como a autora bem coloca, é melhor uma ação não ideal realizada do que uma ação perfeita que nunca acontece.

O uso da abstração para identificar o problema subjacente sem considerar sua implementação, representado pelo modelo “the brown cow model” (capítulo 8 – Discovering the essence of the problem). Existe uma tendência de pular do Now-How (solução atual) para o Future-How (solução futura), perdendo a oportunidade de identificar a essência do problema e chegando a uma solução incompleta.

A diferença ente um problema simples e um complexo (minha tradução para “tame problem and wicked problem” no capítulo 9 – Dealing with problems). No caso do primeiro, quanto mais se discute o problema, mais se tende a convergir para uma única solução. No caso do segundo, quanto mais se discute o problema, mais se tende a divergir para diferentes soluções. Tame problems devem ser resolvidos enquanto wicked problems devem ser tratados como uma condição e devem ser estabilizados.

O uso da técnica do reverso da solução (Opinion piece: The first shoots of creativity) para auxiliar a identificação de possíveis soluções para um problema. Em resumo, descreve-se o problema e suas possíveis soluções. Ao lado, descreve-se o problema de forma inversa (ex.: se o problema é diminuir despesas, ele é descrito como aumentar despesas) e listam-se as soluções para o problema inverso. Enfim, correlacionam-se as duas listas para identificar novos insights para o problema original.

A diferença entre cultura e clima organizacional (capítulo 17 – Context, climate and culture), como você já citou acima. A cultura se refere aos valores e crenças que refletem os fundamentos da organização. Já o clima diz respeito às atitudes das pessoas no dia-a-dia da organização. É mais situacional. Pode estar relacionado a grupos de diferentes tamanhos (é escalável). Pode ser mensurado. E o melhor, pode ser modificado e é nosso papel zelar pelo clima em nosso ambiente de trabalho.

O uso da arte de contar estórias como forma de tornar nossa comunicação mais efetiva (capítulo 21 – Partnering across organizations). A ideia é que os números e argumentos lógicos conseguem convencer até um certo ponto e que os argumentos emocionais podem contribuir para transmitir melhor uma mensagem. Como cita o autor, em geral são das estórias contadas em uma apresentação que as pessoas mais se lembram.

Um grande abraço e obrigado pela valiosa dica!

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Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-3993 Sat, 21 Jun 2014 15:15:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-3993 Em resposta a Flavio.

Fala Flávio!

Percebo apenas uma confusão em suas colocações: não há uma dicotomia entre Pensamento Sistêmico e o domínio ou especialização em determinada área. Um não impede nem concorre com o outro, muito pelo contrário. O pensamento sistêmico pode ajudar o especialista. É uma ferramenta para pensar, só isso (tudo).

Outra possível confusão: Guias para BoK’s, como o BABoK ou o PMBoK, praticamente ignoram o pensamento sistêmico. O primeiro pelo menos o cita como uma “competência fundamental” ou algo do tipo. O segundo não sabe do que se trata.

Falando especificamente sobre analistas de negócios, sugiro que eles considerem seriamente uma carreira em T – o traço vertical indica especialização em determinado ramo de atividades.

Espero ter desfeito alguns mal entendidos. Se não, que o papo prossiga. Abraços!

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Por: Flavio https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-3992 Fri, 20 Jun 2014 22:14:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-3992 Em resposta a Paulo Vasconcellos.

Fala PV!

Eu entendi o ponto que você colocou.

Mas eu tenho que bancar o advogado do diabo e você vai entender.

Primeiramente dois quotes:

[…]estrutura complicada e comportamento bastante imprevisível.[…]

[…]Como posso ser especialista em algo que nunca vi antes?[…]

Essa especialização (ao menos na forma que eu vejo) se dá muito mais pela falta de maturidade dos nossos ‘processos’ (mentais e BoK) de análise de negócios do que por fatores ligados pela imprevisibilidade dos sistemas.

Explico…

Comparando as organizações com o corpo de conhecimento em medicina em termos de complexidades (haja vista que são processos críticos nos dias de hoje); quando falamos de pensamento sistêmico (dados esses dos BoK’s) vemos que em um dado momento o pensamento ‘especializado’ obrigatóriamente se sobrepõe ao pensamento sistêmico por questões lógicas.

Aqui que entra o meu exemplo:

Ainda dentro dessa analogia, pegue um Clínico Geral (que em tese têm o pensamento sistêmico), e um especialista em ortopedia do ombro.

Se você sofre uma queda de um cavalo por exemplo, a pessoa quw você quer ver na mesa de cirurgia para cuidar de você é o segundo médico.

Veja que os dois tem um corpo de conhecimento amplo (os 5 anos antes da residência e especialização) porém, em problemas críticos o especialista (que eu chamo de especialista de segunda ordem) é o melhor ator para a resolução de problemas.

Não sei se me fiz claro, mas ao menos hoje é o meu pensamento sobre Pensamento Sistêmico: pouca maturidade pelo tempo dessa disciplina.

Abraço PV!

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Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-3989 Mon, 16 Jun 2014 14:33:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-3989 Em resposta a Jean.

Que não figure no final da fila, hehe…

Abraços, Jean! Muito obrigado pela participação.

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Por: Paulo Vasconcellos https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-3988 Mon, 16 Jun 2014 14:32:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-3988 Em resposta a Flavio.

Grande Flávio!

A frase que tanto o incomodou é de 1969. E acho que só incomodou porque não foi bem explicada. O pensamento sistêmico é uma “ferramenta para pensar” (entender, descrever, examinar e explorar) sistemas complexos. Sistemas que quase sempre têm uma estrutura complicada e comportamento bastante imprevisível. É este último fator que impossibilita a existência de especialistas. Cada vez que nos deparamos com um sistema complexo, é grande a possibilidade de encontrarmos situações realmente novas – emergentes. Como posso ser especialista em algo que nunca vi antes?

O conformado poderia dizer: então por que eu estudaria algo assim? O pensamento sistêmico nos equipa para lidar bem com o imprevisível. E por isso ele merece ser estudado.

Sinceramente, não entendi sua analogia nem a conclusão. Só adianto que o pensamento sistêmico não é uma questão de fé, ok?

Abraços! Obrigado pela participação.

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Por: Flavio https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-3987 Sun, 15 Jun 2014 00:44:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-3987 ““não há experts em pensamento sistêmico”.”

Grande PV!

Esses tipos de afirmações que me desanimam em ler esses livros de “Business”. Exigir que um analista conheça todas as nuances e complexidades de um projeto, este tão orgânico e mutável, ainda mais em um ambiente que está cada vez mais específico.

Eu gosto se usar analogias com exemplos médicos pois são úteis em termos de representação de casos no qual o que está sendo feito é realmente importante.

Com isso, vou usar um pequeno exemplo médico:

“Imagine que o filho/filha desse expert estivesse chegasse em um pronto socorro com um princípio de infarto e viesse um médico (otorrino ou mesmo psiquiatra) dizendo que iria abrir o parente em questão e que iria fazer uma cirurgia. Será ele ficaria tranquilo por ter um ‘médico’ tratando de seu parente?”

Se a resposta for sim então eu acredito no princípio de pensamento sistêmico.

Abraço PV!

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Por: Jean https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2014/06/06/business-analysis-leadership/#comment-3984 Tue, 10 Jun 2014 13:51:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=3827#comment-3984 Paulo

Que abrangência!! Surpreendente e animador ao ver temas tão promissores serem dispostos desta forma integrada.

Vai entrar na lista de “to-read”.

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