Negócios – finito https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br Fri, 17 Dec 2010 15:25:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/wp-content/uploads/2021/01/cropped-head_512x512-32x32.png Negócios – finito https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br 32 32 Capital Intelectual https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/12/17/capital-intelectual/ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/12/17/capital-intelectual/#comments Fri, 17 Dec 2010 15:25:06 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=1593 Continue reading ]]> Quando publiquei minha lista com “11 Livros ‘Obrigatórios’” confessei uma dúvida: deveria colocar “A Economia da Informação“, de Carl Shapiro e Hal Varian, ou “Capital Intelectual“, de Tom Stewart. Um não serve como alternativa ao outro – eles são totalmente complementares. O primeiro, que acabou ganhando a posição na lista, fala de Economia. O livro de Stewart trata de ativos intelectuais e gestão do conhecimento. Já nem me lembro mais o critério que usei para decidir pelo livro de Shapiro e Varian. Mas desde então, folheando e relendo os dois trabalhos de Stewart, fiquei incomodado com a injustiça que cometi. Daí esta nova entrada em nossa biblioteca.

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Original: Intellectual Capital (Doubleday, 1997).

Autor: Thomas A. Stewart é CMKO (Chief Marketing and Knowledge Officer) da Booz & Company. Quando publicou o livro era membro da equipe de editores da revista Fortune. Depois, entre 2002 e 2008, foi editor e diretor da Harvard Business Review (HBR). É um dos papas em Gestão do Conhecimento e um dos principais nomes da administração moderna.

Editora: Campus, 1998. Tradução (acima da média) de Ana Beatriz Rodrigues e Priscilla Martins Celeste.

Assunto (direto da orelha): O conhecimento se tornou o fator mais importante da vida econômica. É o principal ingrediente do que compramos e vendemos, a matéria-prima com a qual trabalhamos. O capital intelectual – não os recursos naturais, equipamentos ou até o capital financeiro – tornou-se um ativo indispensável para as empresas.

Relevante para:

  • Todos que lidam de alguma maneira com a tal “Gestão do Conhecimento”;
  • Empresários e empreendedores envolvidos com produtos ou serviços que i) são conhecimento; e/ou ii) são enriquecidos com conhecimento;
  • Trabalhadores do conhecimento;
  • Em suma, o livro deve servir para todo mundo.

Tenta ensinar:

  • O que é Capital Humano, Capital do Cliente e Capital Estrutural;
  • Como mapeá-los e gerenciá-los como Ativos de Conhecimento da organização;
  • Como utilizar esses ativos para se diferenciar;
  • Como lidar com aquele tipo de capital que vai embora todo dia, ao fim do expediente;
  • Como o detentor daquele tipo de capital tem sua vida pessoal e profissional afetada neste ‘novo’ mundo dos negócios.

Prós:

  • Texto muito bem fundamentado e amparado. Stewart não abre mão nem de citar Peter Pan ou Alice no País das Maravilhas. Ou seja, sua cultura ampla e diversificada torna o texto agradável e rico – isento de jargões e armadilhas efêmeras (lembre-se, o texto é de 1997);
  • As pesquisas e estudos de caso também ajudam a apoiar o texto e a tese de Stewart;
  • Não reinventa a roda: o trabalho de Takeuchi e Nonaka na área são fundamentais? Então apresente-os como tal!
  • E, sempre que possível ou necessário, estenda outros trabalhos provando que você não está simplesmente copiando e colando boas ideias.

Contras:

  • A Campus raramente é tão infeliz na escolha das fontes e na diagramação. Não chega a comprometer a leitura, mas fica feio pra chuchu.
  • Não sei se é correto dizer que Stewart negligenciou o tema “arquitetura do negócio” (como o valor é criado – em alto nível) neste trabalho. O fato é que ele ‘corrigiu’ a falha no livro seguinte, “A Riqueza do Conhecimento” (mais sobre ele abaixo).

Gotas (de conhecimento):

“Os mercados são implacáveis. Recompensam o que cria valor e ignoram ou castigam o que não cria. Nada pessoal.”

“O Capital Intelectual é o conhecimento útil em nova embalagem.”

“As ideias são livres. são também um recurso abundante, provavelmente infinito. Qualquer pai ou mãe que já tenha deixado um filho de dois anos sozinho por um minuto sabe que ter ideias é uma característica humana inata que não requer treinamento nem educação especiais; o desafio gerencial está no desenvolvimento organizado de ideias construtivas.”

“Estamos acostumados a pensar em funcionários em termos de seu salário – seu custo. Mas qual é o seu valor? Quanto vale realmente um emprego?”

“Há um paradoxo no âmago da organização da Era da Informação: enquanto os empregadores enfraqueceram os laços da segurança no emprego e da lealdade, mais eles dependiam do capital humano.”

“Quando o conhecimento é o principal recurso e resultado – a entrada e a saída, a matéria-prima e o produto acabado – a propriedade desse conhecimento torna-se indistinta, compartilhada: o trabalhador é parcialmente proprietário, assim como o capitalista e o cliente.”

“As empresas precisam muito mais dos trabalhadores do conhecimento do que eles precisam delas.”
(Stewart citando Peter Drucker)

“Há um paradoxo na economia da informação e tanto o comprador quanto o vendedor estão sujeitos a ele: o comprador não pode julgar se vale a pena pagar por um pedaço de informação antes de possuí-la; mas, depois que a possui, ele não precisa mais comprá-la.”
(Ah, como eu gostaria que alguns prospects entendessem isso…)

“Quando se trata do trabalho criativo, não existe correlação econômica significativa entre o insumo do conhecimento e o produto do conhecimento: o valor do capital intelectual não está necessariamente relacionado ao custo de sua aquisição, o que impossibilita o uso de uma medida do que você faz como um meio de revelar como você está se saindo.”

Agora, de bons e necessários que são, vou citar dois trechos do outro livro do Stewart, “A Riqueza do Conhecimento“:

“As empresas são organismos vivos; os documentos são como defuntos.”

“Conexões primeiro, coleções depois: esta é a essência da gestão do conhecimento.”

A Riqueza do Conhecimento

Como sempre acontece, um bom trabalho puxa outro. Thomas Stewart publicou, em 2001, uma sequência obrigatória para “Capital Intelectual”. “A Riqueza do Conhecimento” (Campus, 2002) completa o primeiro trabalho, com mais casos e exemplos e, principalmente, com um fator que era mais nebuloso em 1997 (data do primeiro): a Internet (e respectivas intranets, groupwares, páginas amarelas etc). Como chamei atenção acima, Stewart também aproveitou o novo trabalho para explorar um pouco mais os modelos para criação de valor. Seu primeiro livro trabalha com profundidade as Redes de Valor. Aqui ele compara este ‘meta-modelo’ com as Cadeias e Oficinas de Valor. Este será o tema de um dos meus próximos artigos.

Aperitivo: fábricas de software (e várias outras organizações) estruturam-se como cadeias de valor. Segundo Stewart, esta é “uma metáfora tão poderosa que, por vezes, até nos esquecemos que ela aplica-se sobretudo aos contexto de fabricação e que não se adapta muito bem a muitos setores. Estendê-la a serviços, principalmente àqueles intensivos em conhecimento, pode envolver distensões, amputações e entorses tão procustianas que acabam confundindo em vez de esclarecer a situação real”. A gente vai conversar mais sobre isso. Inté!

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11 Livros “Obrigatórios” https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/10/18/11-livros-obrigatorios/ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/10/18/11-livros-obrigatorios/#comments Mon, 18 Oct 2010 18:58:15 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=1483 Continue reading ]]> Desconfio que listas só são elaboradas para criar polêmicas. Falta de assunto? Talvez. Listas de melhores filmes, músicas ou discos, por exemplo, sempre conseguem mais discordâncias do que aprovação. Natural que seja assim, afinal cada um tem seus gostos e desgostos. Mas é muito difícil justificar ou explicar uma lista que se apresenta como “10 Livros Obrigatórios para Executivos“. O problema começa com o termo ‘obrigatório’. E termina com uma lista sem lógica e com alguns títulos no mínimo questionáveis. Não estou julgando o valor ou a qualidade dos textos sugeridos, mas sua ‘obrigatoriedade’. Qual era a intenção, afinal? Recomendar leituras básicas para executivos? Se sim, então peço licença para apresentar minhas sugestões.

Os Bruxos da Administração
John Micklethwait e Adrian Wooldridge (Campus, 1998).

O subtítulo diz tudo: “Como entender a Babel dos gurus empresariais”. Funciona como um guia para a leitura de livros de negócios, particularmente daqueles já apresentados como ‘clássicos’. Aqui você entende porque deve desconfiar das dicas e conselhos de recordistas de vendas como Tom Peters (de “Vencendo a Crise” e “Re-imagine”, dentre vários outros) e Stephen Covey (aquele dos “7 Hábitos das Pessoas Muito Eficazes” e derivados). Os autores fazem parte do time de editores da revista The Economist, famosa por sua independência (de verdade, não a falsa imparcialidade de algumas famosas publicações tupiniquins).

Desafios Gerenciais para o Século XXI
Peter Drucker (Pioneira, 1999).

Como justificar uma lista de livros de negócios que não tenha um título do Mestre? Complicado. E não estou falando dos trabalhos clássicos (aka antigos) do Drucker. Ele nos deixou em 2005. Antes, publicou ensinamentos importantes para os novos tempos, particularmente neste “Desafios…” Gerência, estratégia, mudanças, produtividade do trabalhador do conhecimento e “gerenciar a si mesmo” são alguns dos temas. O subcapítulo chamado “Do ‘T’ para o ‘I’ em ‘TI'” é de particular interesse para todos que por aqui passeiam.

Reengenharia – Revolucionando a Empresa
Michael Hammer e James Champy (Campus, 1994).

Como assim, “Reengenharia”? Livro, autores e proposta não foram considerados o grande desastre do mundo da administração no final do século XX? Sim. Cometeram uma carnificina escondidos na teoria da reengenharia. Mas a culpa dos autores foi exagerada. Não importa. Acontece que esta é a primeira obra a colocar processos de negócios em seu devido lugar (no topo da agenda de preocupações). Hoje, quando vemos tantos BP* por aí, vale a pena ler ou reler os conceitos originais de Hammer e Champy. E aplicá-los? Com moderação sim, por que não?

A Execução Premium
Robert Kaplan e David Norton (Campus, 2009).

Poderia citar três ou quatro trabalhos de Kaplan, do ABC (Custeio Baseado em Atividades) aos Mapas Estratégicos passando pelo BSc (Balanced Scorecard). Costumo dizer que ele ajudou a criar algumas das principais ferramentas administrativas dos últimos 20 ou 30 anos. Neste título temos a oportunidade de rever seus trabalhos. Não numa espécie de coletânea, mas mostrando como as operações podem ser guiadas por estratégias bem formuladas e muito bem comunicadas.

A Economia da Informação
Carl Shapiro e Hal R. Varian (Campus, 1999).

Título que já apareceu por aqui, em nossa biblioteca. Leitura essencial para a compreensão da (velha) economia dos novos tempos. Lê-se no subtítulo: “Como os princípios econômicos se aplicam à era da Internet”. Não serviu para evitar a bolha do ano 2000. Mas servirá para você não atuar como um bolha na hora de administrar e precificar seus ativos de conhecimento. Este livro ganhou por pouco de “Capital Intelectual“, de Thomas Stewart (Campus, 1999). Mas isso aqui não é corrida. Leia ambos!

O Novo Jogo dos Negócios
Shoshana Zuboff e James Maxmin (Campus, 2003).

O título original é “The Support Economy”. A Campus não deveria ter cometido esta infeliz ‘tropicalização’. A Sra. Zuboff, professora na Harvard Business School, e seu marido, ex-CEO da Volvo, escreveram um verdadeiro manifesto para um novo Capitalismo. Todos que queiram entender o mundo que se desenha deveriam folhear estas páginas. Com calma – são quase 500. E três grandes temas: i) Desafio: Novas Pessoas, Novos Mercados; ii) Crise: Velhas Organizações se encontram com novas pessoas; e iii) Surgimento: A nova lógica empresarial. Texto surpreendente e contundente.

O Futuro da Administração
Gary Hamel com Bill Breen (Campus, 2008).

Parece que Hamel quer se tornar o Peter Drucker do século XXI. Está no caminho certo. Neste livro ele fala especificamente sobre os processos de gestão e conta porque eles são a última fronteira da administração. Antenado, fugiu bem da perigosa palavrinha “governança”. Sabe que o buraco é mais embaixo. E se preocupa, por exemplo, com a criação de “comunidades de objetivos” e “democracia de inovação”. Não, a exemplo do título anterior, não se trata de uma obra neo-hippie. É administração moderna mesmo. A última do Hamel, não disponível ainda na forma de livro texto, é dizer que “colaboradores são mais importantes que os clientes”. Vem chumbo grosso por aí.

Virando a Própria Mesa
Ricardo Semler (Rocco, 2002).

E por falar em chumbo grosso… Pelo menos um autor tupiniquim merece um lugar na lista. E não poderia ser outro se não o Semler. Mês passado este título foi colocado em nossa biblioteca. Mais que merecido. Afinal, são pouquíssimos os autores realmente práticos e inovadores. Aqueles que fazem da própria empresa a base para estudos são mais raros ainda. É uma pena que Pindorama aproveite tão pouco o potencial desse cara. Lá fora eles sabem aproveitar. Por exemplo…

REWORK
Jason Fried e David Hansson (Crown Business, 2010)

Os autores citam e agradecem Semler neste livro. Não é por menos: suas ideias ‘radicais’ são muito inspiradas nas experiências e proposições do Ricardo. O que me deixa curioso em saber se um dia eles já se encontraram. O livro, o único desta lista ainda não disponível em PT-br, fala da vida, do universo e tudo mais. Falando sério: marketing, estratégia, produtividade, concorrência, pessoas e cultura, dentre outros assuntos. É uma REvisão do mundo da administração sob um ponto de vista ímpar e inovador. Trocando em miúdos, um sutil e necessário tapa na cara.

O Futuro não é mais o mesmo
Seth Godin (Campus,  2007).

Revendo a lista pensei – pô, falta um livro de marketing. Apesar do tema aparecer em alguns trabalhos relacionados, queria ter um título só de marketing. Vou fazer mais que isso e citar O Cara de marketing que mais admiro e cito, Seth Godin. Seu livro é sobre o futuro e “182 outros paradoxos do mundo dos negócios”. Não espere uma leitura natural e linear. O livro compila o resultado de seis anos de publicação em um blog. E Seth cometeu o disparate de colocar os “paradoxos” em ordem alfabética. Por isso ele alerta: “Não leia este livro de uma vez só”. Não faria muito sentido. Deve ser saboreado como uma boa cachaça mineira, com moderação e aos pequenos goles.

O Princípio Dilbert
Scott Adams (Ediouro, 1997)

E nenhuma lista é completa sem um item que a (con)teste ou renegue de alguma maneira. Feijoada sem a laranja não é completa. Se você vai listar discos, por exemplo, precisa contrapor Led Zep ao Clash. Cidadão Kane também não é o mesmo sem a oposição de Cães de Aluguel (ou Titanic, blergh!). Por isso nosso querido Dilbert encerra esta lista, com seu primeiro e principal título. Administração e negócios podem ser engraçados. Aliás, eles são engraçados! Mas não é todo mundo que sabe contar piadas. Scott Adams sabe e por isso o seu trabalho é tão duradouro (e necessário).

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Desde que vi a lista da EXAME fiquei ansioso para publicar a minha (juro, não por falta de assunto). E repito: não estou dizendo que os livros lá recomendados são ruins ou algo do tipo. Aliás, tem uns 2 ou 3 livros lá, como “Estratégia do Oceano Azul”, que quase ganharam a 2ª divisão aqui. Acontece que alguns trabalhos ficam mais que seis meses na lista de recomendações – não são voláteis como álcool ou etanol. Acredito que seja este o caso de todos que citei aqui (inclusive REWORK, que é deste ano).

O sumido Braga de Brotas vivia me dizendo que não via muito sentido nos livros sobre negócios e administração. Provavelmente ele baseava seu julgamento nos 99,75% de puro lixo e modismo que vemos na prateleira assim denominada. Aliás, êta prateleira bagunçada. Na Folha de São Paulo, por exemplo, é apresentada a lista dos mais vendidos em “Negócios e Auto-ajuda”. Pobre e infeliz aquele que não consegue separar as duas coisas. Inté!

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Virando a Própria Mesa https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/09/17/virando-a-propria-mesa/ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/09/17/virando-a-propria-mesa/#respond Fri, 17 Sep 2010 16:41:35 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=1366 Continue reading ]]> Autor: Ricardo Semler. Paulistano nascido em 1959, formado em Direito pela USP e Administração em Harvard. Em 1980 assumiu a presidência da empresa do pai, atualmente conhecida como Semco. Em 1988 publicou este livro que se tornou um best-seller no Brasil.

Editora: Rocco, 2002.
Utilizei a capa clássica do livro para ilustrar esta entrada, da editora Best Seller (1988).

Do que se trata: Visão alternativa do mundo da administração e de tudo o que acontece em uma empresa.

Impressões: Passados 22 anos desde a publicação deste clássico, a impressão que se tem é que a Semco segue única em solo tupiniquim. Única em seus princípios, processos e (ausentes?) estruturas e regras. Semler virou uma referência lá fora, particularmente nos EUA. Suas palestras são concorridas e seus livros vendem bem, obrigado. Recentemente foi citado no livro “REWORK“, de Jason Fried e David H. Hansson. Enquanto isso, por aqui…

Nesta semana aconteceu um fato curioso, que acabou motivando esta entrada. Aparentemente a Info Corporate, da Editora Abril, retirou do ar sem mais nem porque uma entrevista com o Ricardo Semler. O título da matéria era “Cio pra quê?“. Fiquei sabendo do caso pelo bafafá gerado no Twitter. E como tudo que pinta na Internet fica registrado de uma maneira ou de outra, consegui ler o bate papo com o Semler. Ele não fala nada muito diferente do que já falava em 1988, neste “Virando a Própria Mesa“.

Semler 2010: “Há 15 anos eu gostava de dizer que um computador não passava de uma televisão em cima de uma máquina de escrever, e, hoje, 40 gigas depois, continuo achando algo parecido. Precisamos dele? Sem dúvida, para arquivar dados, compartilhá-los etc. Mas isso nós fazemos e é simples. O pessoal de TI é que complica. Duvido que existam empresas que se dão bem por causa da TI. As empresas se dão bem por causa dos seus produtos, de seus momentos. A TI vai de roldão.”

Semler 1988: “Se você ainda vive na aflição de saber se o PC-XT é melhor que o AT, se o Lotus 1-2-3 versão 2.0 está obsoletado pelo 2.1, e se o míni vai ser comido pelo supermicro, abra a janela e espante os fantasmas. Cuide de vender, fabricar e atender bem o cliente. Lembre-se que a informática é uma televizãosinha em cima de uma máquina de escrever e desencante de vez. Desapareça com os salários superdimensionados do pessoal de sistemas, e dê um emprego honesto para eles em vendas ou na produção. Ser uma empresa ‘informatizada’ é o mesmo que querer ser uma empresa ‘máquina-de-escreverzada’. Use o avanço tecnológico. Use tudo que há de novo (e há muito todos os meses), mas deixe a informática em seu devido lugar, que é afundada e esquecida dentro das operações do dia-a-dia da empresa. Feche os olhos e cante a receita do antídoto da Maga Patalógica:

Coruja peripática
Moscas no dedal
Faça a informática
Cair na real!”

Maga Patalógica?!? Hehe… É claro que o livro do Semler não é muito ‘normal’.

Indicações: Burocratice crônica, estressite aguda, hipertensão administral e hipertrofia organizacional.

Contra-indicações e reações adversas: Durante a leitura podem surgir crises de urticária, subidas abruptas de calor menopáusico, inchaço de olhos esbugalhados, insônia diurna, distúrbios gastrintestinais, taquicardia, palpitações sem palpites e, principalmente, dor de cabeça.

Indicações e contra-indicações redigidas pelo próprio autor na abertura do livro, onde ele alerta que “cada 0,1mg de sarcasmo contém meia verdade”.

Outras provocações:

“Copiar cultura de empresa bem-sucedida é grau 8,5 de miopia.”

“O crescimento não é finalidade – é meio.”

“Quem planeja é quem vai executar!”

“Nada é mais medieval na empresa de hoje do que as exigências da empresa em relação a roupa e conduta.”

“Se não há erros constantes, não há aprendizado e, provavelmente, não há muita decisão.”

“Para que um cliente tenha sempre razão é essencial que todo ser humano também tenha, sempre. Ou será que quando o ser humano se veste de cliente ele se transfigura num sábio defensor da justiça?”

“Dizer para um operário que a tarefa dele é produzir, e dizer para outra pessoa que a sua tarefa é verificar se o que foi feito tem qualidade é um contra-senso. Não existe sensatez em produzir por produzir. Só existe produzir com qualidade como meta. E quem é a pessoa melhor aparelhada para garantir a qualidade da produção? A pessoa que faz.”

“Não existe nada tão temporário quanto um programa permamente de redução de despesas.”

“Um sim é sempre um sim. Um não é um talvez.”

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A Economia da Informação https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/08/24/a-economia-da-informacao/ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/08/24/a-economia-da-informacao/#comments Tue, 24 Aug 2010 15:22:01 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=1312 Continue reading ]]> Original: Information Rules (Harvard Business School Press, 1999).

Autores: Carl Shapiro é professor de Estratégia de Negócios na Haas Scholl of Business e do Depto. de Economia da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Hal R. Varian é professor da School of Information Management da Universidade da Califórnia e colega de Shapiro na Haas.

Editora: Campus, 1999. Tradução de Ricardo Inojosa.

Do que se trata: defesa consistente e bem amparada de uma tese: “A tecnologia muda. As leis da economia não“.

É um belo presente para:

  • Executivos de qualquer negócio baseado em informações;
  • Gente que vende software;
  • Profissionais que precificam produtos ou serviços de informação.

Recomendações:

A Economia da Informação é o primeiro livro a explicar a economia em rede, a nova economia de nossas vidas. Shapiro e Varian explicam as loucuras que ocorrem todos os dias no Vale do Silício e em outras partes do mundo. Este livro é leitura obrigatória para toda pessoa de negócios do novo milênio.”
– Eric Schmidt, quando ainda era CEO da Novell.

“Excelente livro! Ao combinar uma linguagem clara e sem jargões, com exemplos bem definidos e específicos do mundo real, A Economia da Informação mostra como os princípios econômicos aplicam-se à era da Internet.”
– Andrew Grove, presidente do conselho da Intel.

Prós:

  • Leitura fácil, clara e objetiva.
  • Repleto de exemplos reais.
  • Bem estruturado em seus 10 capítulos e 400 páginas.

Contra:

  • A tradução, pra variar, peca. Ver commodity aparecendo como “mercadoria” o tempo todo irrita. Se estava tão preocupado em trazer tudo para o português, por que manteve inalterado o termo “feedback”, que aparece até em título de capítulo?

Trechos:

“Ao gerir sua propriedade intelectual, você deve ter por objetivo escolher os termos e as condições que maximizem o valor de sua propriedade intelectual, não os termos e condições que maximizem a proteção.” (pág. 18)

“A infraestrutura está para a informação assim como a garrafa está para o vinho: a tecnologia é a embalagem que permite entregar a informação aos consumidores finais.” (pág. 21)

“O que há de novo é nossa habilidade de manipular informação, não a quantidade total de informação disponível.” (pág. 22)

“Não deixe que seu produto de informação se transforme em mercadoria .” (pág. 42)

Acompanhamentos:

  • A Vida Digital
    Nicholas Negroponte. Companhia das Letras (1995).
  • Wikinomics – Como a Colaboração em Massa pode Mudar o seu Negócio
    Dan Tapscott & Anthony D. Williams. Nova Fronteira (2007).
  • Cultura da Convergência
    Henry Jenkins. Editora Aleph (2008).
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The Back of the Napkin https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/05/07/the-back-of-the-napkin/ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/05/07/the-back-of-the-napkin/#comments Fri, 07 May 2010 13:32:51 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=1122 Continue reading ]]> Autor: Dan Roam é presidente da Digital Roam Inc., empresa que consultoria que já atendeu clientes como Google, eBay, GE, Boeing e Wal-Mart. Seu método já foi apresentado no Senado dos EUA e em canais de TV como CNN, MSNBC e Fox News, dentre outros.

Editora: Portfolio (EUA, 2008).

Do que se Trata: “Resolver problemas e vender ideias com figuras” (subtítulo do livro). Roam apresenta o Pensamento Visual, um método que se baseia na seguinte premissa: uma imagem vale mais que mil palavras. Aprendemos aqui que a imagem certa vale bem mais que mil palavras.

A quem se destina: Todo mundo que resolva problemas e / ou venda ideias.

Dê de presente para:

  • Analistas de Negócios e de Sistemas
  • Líderes de Projetos
  • Desenvolvedores
  • Executivos
  • Seu colega que fala e / ou escreve demais.

Contra-indicações: Nenhuma. E Roam prova que todo mundo pode aprender a desenhar.

Prós:

  • Leitura fácil e muito agradável.
  • Roam é muito didático. E os exemplos utilizados são bons.
  • A diagramação esperta evita idas e vindas.

Contras:

  • A base da neurobiologia, relevante que é, não deveria estar no apêndice. O autor nos convida a visitá-lo várias vezes no início do livro. Aceite o convite.
  • Os exemplos são bons mas poucos. Por isso o autor se apressou em lançar um complemento, “Unfolding the Napkin” (mais sobre ele abaixo).
  • Quem já tem o costume de desenhar para entender ou explicar pode achar o livro meio “basicão”. Mas, inexplicavelmente, anda raro encontrar pessoas com tal hábito. Mais difícil ainda é encontrar quem o faça de maneira sistemática, amparado por um método consistente.

Apresentação / Complementos:

Trilha de Estudo:

  1. Obrigado pela Informação que Você NÃO me Deu!
    Normann Kestenbaum – Campus / Elsevier (2008).
    Apresentado anteriormente na biblioteca do finito.
  2. Unfolding the Napkin
    Dan Roam – Portfolio (2009).
    Um método “hands-on” – um workshop de 4 dias com vários exemplos e exercícios. Complemento obrigatório de “The Back of the Napkin”.
  3. Business Modeling with UML
    Hans-Erik Eriksson e Magnus Penker – Wiley (2000).
    Aqui pisamos em solo pedregoso. Livro indicado apenas para quem quer megulhar de cabeça no uso da UML para a modelagem de negócios. Para analistas de negócios, considero um caminho inevitável. É interessante notar que, a exemplo do que acontece no FAN, o método de Dan Roam facilita bastante esta viagem. Dois artigos de minha autoria mostram um pouco deste ‘casamento’:
    Modelagem de Negócios: Uma Sugestão
    Modelagem de Negócios: Os Diagramas
  4. Business Modeling – A Practical Guide to Realizing Business Value
    David M. Bridgeland e Ron Zahavi. Morgan-Kaufmann (2009).
    Citado anteriormente por aqui. Não concordo nem um pouquinho com as sugestões dos dois autores: 4 linguagens ou padrões de notação diferentes para cada aspecto do negócio (BPMN se encaixa aqui). Prefiro o uso de uma única língua, UML. Mas preciso dizer que é um caminho alternativo para analistas de negócios e afins.

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PS: Eu prometi uma trilha por mês. E falhei em abril. Portanto, aguardem outra entrada em nossa Biblioteca ainda em maio.

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REWORK https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/03/22/rework/ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/03/22/rework/#comments Mon, 22 Mar 2010 14:04:00 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=1077 Continue reading ]]> Autores: Jason Fried e David Heinemeier Hansson, fundadores da 37signals, empresa que fornece soluções para gerenciamento de projetos, colaboração, CRM dentre outras.

Editora: Crown Business (2010).

Do que se trata: Negócios de uma maneira geral. Mas pertence à nobre categoria “Tapa na Cara”. Um safanão em todos que continuam fazendo negócios no século XXI com mentalidade de século XIX.

A quem se destina: Todo mundo, mas principalmente para quem tem ou pensa em ter seu próprio negócio.

Dê de presente para:

  • Você, micro, pequeno, médio ou grande empresário
  • Seu sócio “conservador” ou “medroso”
  • Seu patrão “conservador” ou “medroso”. Neste caso, recomenda-se que o presente seja anônimo. E permaneça assim até que o chefão manifeste suas impressões sobre a obra.

Contra-indicações:

  • Se o leitor for ultraconservador (bitolado), o livro será arremessado para bem longe. Mantenha uma distância segura.
  • Entusiasmados podem gerar uma tsunami de mudanças (todas sugeridas no livro) que não conseguirão administrar. O livro não tem posologia, mas use-o com moderação. Particularmente se você e sua empresa estão muito distantes do que é sugerido ali.

Prós:

  • Leitura agradável e fácil.
  • Buzzwords e modismos só aparecem para ilustrar seu próprio lado nefasto e bobo.
  • Não é todo livro de negócio que usa termos como “fuck” e “shit” com tanta naturalidade.
  • Eddie Van Halen e John Bonham (Led Zeppelin) não são referências tradicionais em livros de negócios (tradicionais).

Contras:

  • Perdão, mas sigo no entusiamo de uma leitura recém-terminada. Ainda não consigo apontar nenhum “contra”.

Alguns Trechos:

Todas empresas têm clientes. As sortudas têm fãs. Mas as mais felizardas têm uma audiência. E audiência pode ser sua arma secreta.

Ao invés de correr atrás de pessoas, você quer que as pessoas venham atrás de você. Uma audiência sempre retorna – por vontade própria – para saber o que você tem a dizer. E este é o mais receptivo grupo de clientes ou clientes potenciais que você vai ter.

Se eles gostarem do que você tem a dizer, muito provavelmente gostarão também do que você tem a vender.

Quando você constrói uma audiência, não tem que pagar pela atenção dela – ela a dá para você. E isso é uma baita vantagem.

Os trechos acima foram surrupiados do subcapítulo “Build an Audience” (pág. 170). Estou publicando outros 37 no Twitter, com a tag #REwork.

Inspiração:

É interessantíssima a lista de pessoas que mereceram um “thank you” no final do livro: Frank Lloyd Wright, Warren Buffett, Steve Jobs, Kent Beck, Seth Godin, Jeff Bezos, Thomas Jefferson e Kathy Sierra, dentre outros. E pinta ali um brasileiro, Ricardo Semler, empresário e autor de alguns livros que, com certeza, inspiraram a dupla da 37signals.

Obras Relacionadas:

Hoje não vou apontar uma trilha. Poderia citar alguns textos do Seth Godin e do Guy Kawasaki, por exemplo. Mas trocarei as indicações por algo que pretendo fazer: ler “REWORK” de novo. O livro é curto (279 páginas, sendo que dezenas são apenas imagens que abrem os capítulos e subcapítulos) e merece algumas REleituras.

Enquanto você aguarda a entrega do seu, leia um resumo publicado na forma de um manifesto no ChangeThis. E, claro, não deixe de seguir o blog dos caras, Signal vs. Noise.

ps: O preço de capa é US$ 22. Mas na Amazon consegui o meu (novo) por apenas US$ 12. Uma pechincha que se paga em segundos.

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Obrigado pela Informação que Você NÃO me Deu! https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/02/19/obrigado-pela-informacao-que-voce-nao-me-deu/ https://paulofernandovasconc1779817422000.0291847.meusitehostgator.com.br/2010/02/19/obrigado-pela-informacao-que-voce-nao-me-deu/#comments Fri, 19 Feb 2010 17:38:12 +0000 http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/?p=980 Continue reading ]]> Subtítulo: Relevância, Concisão e Simplicidade na Comunicação Empresarial

Autor: Normann Kestenbaum, pós-graduado em administração de empresas pela FGV. Sócio da Baumon, onde presta consultoria para grandes empresas.

Editora: Elsevier / Campus (2008).

Do que se trata: Comunicação empresarial. No popular, um pequeno (108 páginas) grande guia para todo tipo de conversa que rola em uma organização.

A quem se destina: Todo mundo. Claro, todo mundo que conviva de alguma forma em empresas e outros tipos de organizações.

Dê de presente para:

  • Líderes e gerentes de projetos
  • Analistas de Negócios
  • Analistas de Sistemas
  • Todos os chatos que não conseguem transmitir uma simples ideia em 5 minutos ou linhas
  • CIO’s, gerentes e afins

Contra-indicações: Nenhuma.

Prós:

  • Texto leve e agradável.
  • Coerente – Conciso e objetivo.
  • Bem fundamentado, apesar da curta bibliografia (apenas 9 títulos citados).

Contras:

  • Como em praticamente todo título nacional, falta um índice remissivo.
  • E alguns gráficos são muito ruins. Mereciam melhor trato.

Um trecho (escolhido aleatoriamente entre aqueles que destaquei com um marca-textos):

Outro ponto sobre a concisão que merece comentários é a percepção errônea de que apresentação é a parte mais importante de um encontrou ou o único elemento importante a preenchê-lo. Muitas vezes uma pessoa tem 30 minutos para fazer uma exibição, ocupa integralmente esse tempo e é obrigada a ir embora porque seu tempo expirou. E o que pensa o lado de lá? Quais são suas sugestões e contribuições? Para mim, é na troca de idéias que o encontro acontece de fato. Portanto a regra é ser o mais breve e objetivo possível na apresentação, de forma a deixar o máximo de espaço de tempo possível para uma saudável troca de ideías e opiniões.

Uma citação:

É importante ter distanciamento para olhar o jogo inteiro, uma visão panorâmica que permita traçar estratégias. Poucos conseguem virar esta chave.
Garry Kasparov, ex-campeão mundial de xadrez.

Uma piada:

Kestenbaum surrupiou o trecho a seguir de uma matéria da Exame (jul/2005), que por sua vez surrupiou o tema de “Por Que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas” (apresentado abaixo). Trata-se de um exemplo de como não falar nada usando muitas palavras:

Precisamos adotar as melhores práticas. Mas com foco no cliente? É claro! Sem isso perderíamos nossa vantagem competitiva, afetando o bottom line no longo prazo. Mas, se não nos alinharmos às stakeholders, vamos deixar de estar agregando valor ao negócio.

Trilha de estudo para quem quer mergulhar no tema:

  1. Por Que as Pessoas de Negócios falam como Idiotas
    Brian Fugere, Chelsea Hardaway & Jon Warshawsky
    Editora BestSeller (2007).
  2. The Back of the Napkin – Solving Problems and Selling Ideas with Pictures
    Dan Roam
    Portfolio (2008).
    Extensão: blog Digital Roam
  3. Presentation Zen: Simple Ideas on Presentation Design and Delivery
    Garr Reynolds
    New Rider Press (2008).
    Extensão: blog Presentation Zen

Prováveis extensões da trilha (ainda não lidas / testadas):

  • Blink – A Decisão num Piscar de Olhos
    Malcolm Gladwell
    Rocco (2005).
  • Confessions of a Public Speaker
    Scott Berkun
    O’Reilly (2009).
    Extensão: blog do autor.

.:.

Observações:

  • Como prometido, inicio aqui uma série de artigos sobre Biblioteca Básica e Trilhas de Estudos. Prometo a publicação de pelo menos uma trilha por mês.
  • Os títulos citados na trilha ou como prováveis extensões merecerão artigos específicos. Só não seguirei uma ordem pré-fixada para não tornar a série muito chata ou repetitiva.
  • As trilhas não são estáticas nem se pretendem fechadas. Qualquer sugestão será muito bem vinda. A única coisa que garanto é que só vou recomendar títulos que eu tenha lido e, quando for o caso, testado.
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